"The Alchemy of a changing life is the only truth"
(Rumi)

"A magia é um acto transformador e a verdadeira transformação tem lugar bem fundo nas nossas raízes."

(Teresa Moorey "A Sabedoria das Árvores")

"Desapareça o que é velho, a putrefacção e o bolor desta massa informe: venha, pois, a eterna vastidão de um espírito liberto, um ser tão livre que projecta a imagem da eterna esperança na mais pequena gota de orvalho pousada no cálice de uma flor."
(Shakespeare)

November 11, 2022

February 03, 2022

Flor de Tabaco (Nicotiana Tabacum)

  



  Este elixir foi sintonizado de uma planta no meu jardim. Relacionado com o chackra cardiaco, faz uma desintoxicação e limpeza a esse nivel, permitindo que a energia do coração flua de maneira mais verdadeira. Útil para personalidades aditivas que se isolam de um relacionamento verdadeiro consigo e com os outros através de uma "cortina de fumo" ou outros hábitos onde até a meditação, quando se torna um dogma, pode estar incluida. Ajuda a criar uma paz autentica connosco mesmos em primeiro lugar, ao conectar-nos com a fonte do espírito e, a partir daí, com os outros sem julgamentos nem separações. Retira os véus que não permitem ver aquilo que sentimos com claridade e verdade.

Este elixir fortifica também os que são facilmente manipulaveis e/ou manipuladores deixando de se enganar a si mesmos.

🌸É importante tornar claro que TODAS AS PLANTAS SÃO SAGRADAS para mim e que esta em particular tem sido apenas utilizada na "cerimonia dos 408 rezos" no meu percurso, procurando contrariar a mentira que a nossa sociedade tem permitindo e que promove o "não- sentir"🌸

January 05, 2022

Elixir Vibracional de Obsidiana


     Elixir saturnino de limpeza profunda canalizado na lua nova de 8 do 8 de 2021, Portal de Leão, com chuva de Perseidas, relacionado com o Coração de Leão e a sua coragem, força e liberdade. O  ‘8’ é o símbolo de equilíbrio, união e abundância infinita em numerologia e este portal serviu de preparação para mudanças poderosas para uma consciência superior e a sua energia foi poderosa para amplificar visões, intenções e desejos verdadeiros do nosso coração.

A obsidiana utilizada foi talhada específicamente de um cristal em bruto em Palenque (México).

 Este  elixir vai até à raiz das questões e traz ao de cima a sombra escondida, deixando por exemplo ir embora medos inconscientes e libertando as feridas não resolvidas.  Está a ter um papel fundamental na desintoxicação  das "vacinas"  para o covid 19 e a servir de protecção para o "shedding" e electromagnetismo em geral. 

Este elixir pode ser um passo importante no nosso trabalho interno preparando-nos para um papel mais ativo na criação da Nova Terra.

June 23, 2019

Elixir Vibracional de Sequóia (Sequoia Sempervivens)- Anciã da Floresta


A família das Sequóias conta-se entre as mais antigas da Terra, podendo estes monumentais seres atingir os 2000 anos. Possuem um rápido crescimento que as conduz a grandes dimensões quer em altura quer em largura.  São também as maiores sequestradoras de CO2 do mundo vegetal, tendo um papel crucial na redução do efeito de estufa e do aquecimento global. Toda esta família possui grande resistência aos fogos, fungos e insectos e enorme capacidade de regeneração, daí a sua longevidade. Apesar de todas estas características que a tornam excepcional, interesses pouco sagrados levam a que espécimes antiquíssimas continuem a ser cortadas, como sucedeu em Setembro de 2019 numa quinta privada em Sintra a uma árvore com cerca de 1320 anos.




Tal como o nome em latim desta espécie de Sequóias indica, são árvores de folha sempre verde, mostrando vigorosamente a sua viriditas (ver nota), que honra as quatro estações. Pensa-se que as Redwoods são o resultado da hibridação entre duas linhagens ancestrais -uma delas a Metasequoia-, e obtiveram o seu nome devido à suave casca avermelhada que as distingue.


Na estrada de Big Sur, a caminho de S. Francisco (California), foi a primeira vez que vi estes majestosos seres numa mágica viagem de carro pela Pacific Coast Highway  quando tinha cerca de 25 anos. Quase 20 anos depois, numa passagem pelo Gerês, senti a necessidade de me sintonizar conscientemente com esta árvore. Foi preciso esperar ainda um ano até esse processo se tornar possível, coincidindo com a passagem para outra dimensão da avó com quem havia crescido e em casa de quem havia iniciado o processo dos elixires. Nesta transição senti como a anciã da floresta derramou um amor sem tempo que me deu força. Mostrou-me, através da experiência universal dos relacionamentos que se prolongam ao longo de muitas vidas, que não existe principio nem fim e que o Infinito é a verdade maior.




Claramente os meus encontros com as sequóias foram sempre a caminho de algo, reforçando a sua simbologia relativa à viagem humana na Terra e das forças verdadeiras que a sustêm. Durante esta viagem em particular, quatro águias em pausa de observação  mostraram-me  a necessidade de parar para obter uma melhor perspectiva da vida, não observando apenas os detalhes mas também a visão geral para melhor conduzir o meu caminho. 

Quando cheguei às Sequóias, um corvo-esse guardião dos conhecimentos ancestrais-,veio dizer (literalmente), "Olá!”. E na viagem de regresso, lá estava ele outra vez profetizando um momento de transformação em que atravessaria novas esferas de compreensão, deixando morrer o que é preciso deixar ir para uma nova fase de renascimento .




Outra coisa que se repetiu quer na viagem de ida quer no regresso um mês depois, foi o motor da carrinha começar a deitar muito fumo cinzento do motor  sempre quando chegávamos às sequóias. Mais estranho ainda foi o facto de, apesar de tudo indicar que não iria andar mais, magicamente (inexplicavelmente), isso não sucedeu! Talvez traduzindo a necessidade de reavaliar o motor da minha vida e deixar ir uma relação para poder crescer a outras alturas.

No retorno, logo a seguir à despedida das Sequóias, houve um último encontro maravilhoso com três cavalos selvagens que se aproximaram e receberam carícias em retorno. Depois disso senti que nada mais me poderia surpreender e que aquele era o culminar das mensagens: a liberdade completa no aqui e no agora.



Maiara (desgrenhada :), e os cavalos selvagens!

O elixir de Sequóia mostra-nos que, apesar de muitas vezes restringimos o nosso crescimento evolutivo, o tempo pede-nos maturidade para enfrentar os desafios mudando a perspectiva sobre os acontecimentos do Passado para uma visão mais alargada, actuando na altura certa com coragem para podermos alcançar os nossos objectivos. Ela ajuda a elevar-nos das nossas preocupações como uma sábia anciã que conforta e nos conduz a um olhar mais alargado e intemporal.

A integração destas mensagens, o tempo entre a sintonização directa da energia da Sequóia no Gerês e a escrita destas palavras, foi marcado pela morte das minhas duas avós, com um ano de diferença, mas convergiu também com a morte de outra relação profunda que se prolongava no tempo e inclusive de uma certa visão sobre a Humanidade que caiu por terra após uma ida à Amazónia equatoriana da qual tinha regressado uma semana antes. 



A morte de algo conduz inevitavelmente ao nascimento e abertura de novos caminhos, e o culminar destes acontecimentos pessoais foram os acontecimentos mundiais que atravessamos desde 2020: a Humanidade em massa é levada a abrir os olhos para perspectivas  mais alargadas, num chamamento para seguirmos a nossa visão e o grande crescimento que nos espera a seu tempo, de modo mais enraizado e verdadeiro.  

Por isso senti durante algum tempo o chamamento para conduzir outros seres à experiência de corte de ligações kármicas através de uma cerimonia com as Sequóias: a intenção é de aliviar a “bagagem” desnecessária numa fase em que as nossas energias se devem dirigir para desafios maiores.

 

Palavras- chave: Impulso de crescimento sustentado pela força ancestral (unindo o céu com a terra), longevidade, regeneração celular, energia vital, equilíbrio, estabilidade, firmeza, sucesso

Planeta Associado: Saturno (Chackra Raíz)

 

Notas

Viriditas: Termo muito utilizado por Hildegard von Bingen para significar as qualidades de vitalidade, verdura, fecundidade: a força intrínseca do ser humano para crescer e curar-se de acordo com a divina essência que temos dentro e que nos conduz, se a deixarmos... 

Sobre os corvídeos: As suas qualidades de adaptabilidade a tentar comunicar são bem conhecidas; ou não fossem das espécies mais inteligentes e com maior capacidade de resolução de problemas. Diz-se também trazerem mensagens dos ancestrais e terem uma grande capacidade de ver o que está escondido (ler informação sobre Elixir de Aveleira)


Testemunho:

"O que sinto com este elixir é que me conecto mais fortemente com as minhas sensações internas, quer sejam pequenas quer não. Estou sem dúvida mais enraizada! A Sequoia ainda assim dá-me uma sensação de suavidade que me abraça."

Velianna Kasheva (Bulgaria)




Pintura feita pela Velianna em sua casa depois da viagem em Portugal onde nos conhecemos


Informação em inglês:
https://www.instagram.com/p/CktNSKFIF63/







Elixir Vibracional de Salgueiro (Salix Nigra)




Em breve segue a informação...

Elixir Vibracional de Azevinho (Ilex Aquifólium)



Em breve segue a informação...

Cedro Amazónico (Cedrella Odorata)


Em breve segue a informação...

Floral de Cacau Selvagem (Herrania Pulchérrima)- Verdadeira Nutrição


Esta essência vibracional foi canalizada na Amazónia do Equador em Novembro de 2018, quando levei a minha filha (na altura quase com 6 anos), a conhecer a Reserva da Biosfera de Yasuni, onde um dos afluentes do Amazonas, o rio Tiputini, flui como uma gigantesca anaconda.

Também chamado localmente de cacao del monte ou Bowinka pelos Waorani  -a população nativa cujo nome quer dizer “verdadeiros homens”-, este é o cacau original, aquele que deu origem aos espécies cultivados, cujas sementes por sua vez foram levadas como moeda desde a Amazónia até à América Central, nomeadamente o México onde, na corte do imperador azteca Montezuma, nasceu o Xocolatl. A polpa do seu fruto era consumida pelos Waorani, mas hoje com as grandes produções de cacau e a substituição dos hábitos alimentares tradicionais locais, foi esquecido e substituído pelos doces com que o governo e empresas petrolíferas procuram viciá-los para mais facilmente os enganar e lhes comprar as terras.



Tepa e outra Waorani a tecerem chanbira

Esta árvore de pequeno porte cresce até 2/3 metros de altura e as suas vistosas flores nascem no  tronco recto em vários tons que sobressaem no meio do verde.  Possui 5 pétalas-número venusiano por excelência-, que recordam estrelas com compridas pontas a cair dos seus braços. Segundo Gabriel Mariano, líder da comunidade  kichwa local, diz-se que tem um espírito feminino como “dueño” que limpa e nutre, além de afastar as cobras.  A verdade é que escutei essa voz e, mesmo entrando sozinha no domínio de um jaguar cujas pegadas tínhamos visto dias antes, não senti receio de me afastar um pouco. Ela disse-me que era o momento de passar a uma vida nova e, exactamente 4 anos depois, entendo que se referia a transformar e limpar as cargas ancestrais de falta e necessidade que muitos de nós carregamos na nossa caminhada. Para salientar como a vida pode ser mais leve, uma borboleta de asas cor de rosa translúcidas que nunca tinha visto, passou esvoaçando subtilmente!


Gabriel Mariano antes da nossa viagem de canoa no Tiputini

A voz deste mesmo ser feminino avisou-me em seguida que era necessário sair da selva naquele momento pois outro espírito se aproximava. Voltei no dia seguinte, em dia de Venús, para sintonizar a energia das suas flores- que senti como mãos prontas a abraçar-me-, tendo a sorte de o poder fazer antes das chuvas as fazerem cair. Nessa manhã a família habitual de macacos parahuaco aequatorialis, espécie monogâmica ameaçada de extinção, dava sinal da minha presença; fora isso apenas escutava o som da água a correr e os pingos da humidade.  Ao recolher a sua vibração esteve sempre presente uma rã do género Rhinella Margaritifera, tão escura como a cor das folhas molhadas do chão. 


Pormenor de uma rã em barro para um grande painel  (2021)

O seu mimetismo era tão perfeito que quase lhe coloquei o cristal em cima e ela, em vez de saltar como seria de esperar, limitou-se a fechar os olhos e permanecer completamente imóvel. Esta guardiã que une a terra com as bênçãos da água recordou-me a sensibilidade para a medicina e, quando escrevo estas palavras, é já claro para mim como estes seres-que continuamente aparecem no meu jardim improvisado em Sintra-, estão relacionados com a cura, purificação, a alegria, o sentido táctil, poder criativo.



Reprodução pintada de uma cerâmica com cerimónia de cacau que fizera anos antes no México

O elixir resultante desta experiência ajuda a abrirmo-nos à lei da complementaridade entre tudo o que existe- seja em casal, no trabalho, na gestão da casa, etc-,  e é muito útil quando de alguma maneira nos privamos de alguma necessidade real, muitas vezes colocando os desejos dos outros em primeiro lugar. Ele permite-nos alinhar e estar em contacto com os nossos ritmos e ciclos de corpo e alma e responder-lhes de modo consistente. Quando nos sentimos suportados e cuidados  a nossa capacidade de florescer, avançar na vida e fazer as coisas acontecerem aumenta magicamente!

Palavras-chave: overflowing, abundância, vitalidade, doçura, beleza

Planeta associado: Vénus (Chackra Cardíaco)




Outra cerâmica com o mesmo tema que fiz no atelier de Don Alfredo (Tulum, México)


Testemunho:

“Sinto leveza, paz, confiança de que tudo está certo, que algo aqui dentro de mim está mais limpo mesmo sabendo que o caminho continua e exigirá sempre de mim mais aprofundamento. Sinto mais tranquilidade ao cuidar de mim, ao facto de usufruir mais de pequenas coisas que me preenchem. Acima de tudo sinto-me bem! O elixir é tão intenso mas tão subtil ao mesmo tempo que é preciso estar atento a todas estas mudanças. É preciso consciência, e com ela tem surgido mais amor e gratidão por poder vivenciar tudo isto num momento tão especial como este. Estou a usufruir mais do doce da vida." 

                                                                                                                                (Susana Laranjeiro)

Relato completo :

https://maeyin.pt/gravidez-do-sebastiao/?fbclid=IwAR22CxDhuV-m5ziRQFFiS9-8DMIz0IREHbh2RYTKO7jBZ7aVkYWKaRln5zI

 

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Informação em inglês:
https://www.instagram.com/p/CkqoOA8IFRg/

Elixir Vibracional de Ayahuasca (Banisteriopsis Caapi)

Em breve a informação...

February 10, 2018

Floral de Iris Amarelo (Iris Pseudacorus) – Expressão Criativa




This common body
Like to a vagabond flag upon the stream
Goes to and back, lackeying the varying tide,
To root itself with motion
Shakespeare, Anthony and Cleopatra



Numa manhã de Abril há um ano atrás, as aves e os insectos voavam em grande azáfama enquanto me preparava para ir até ao rio da aldeia da minha avó. Sabia que aí encontraria muitas destas flores -uma observação anual tinha-me mostrado serem as zonas húmidas o seu habitat favorito-, quando… o encontro no nosso jardim! Não me recordava de ter colocado ali nenhum, mas a sincronia certamente queria dizer-me algo e, como levava um frasquinho já com energia destas flores -recolhida à beira de um córrego de uma bonita quinta em Sintra-, aproveitei e fiquei por ali.
O sol estava na altura certa e, quando me sintonizei com aquele modesto Iris (que até parecia meio deslocado), uma brilhante fada amarela de longas asas pontiagudas revelou-se sentada na flor. Silenciosamente foi deixando escorrer para a água que eu levava a sua essência mágica orvalhada, como se de gotas de mel se tratassem, salientando a grande quantidade de néctar que cada flor desta espécie se diz produzir e também um dos seus ápodos: “róscida” (orvalhada). Foi deste modo que a nossa horta e jardim devolvia a criatividade que nela tínhamos investido, após anos e anos de abandono, surpreendendo-me a mim em particular com o florescimento daquela que precisamente buscava.


A Iris Pseudacorus é muito útil na limpeza de águas pois os seus prolíficos rizomas fazem um excelente trabalho de filtrar metais e toxinas, brilhando as solarengas flores acima do lodo. De facto, esta planta resiliente, que mesmo cortada surge com renovada força, possui uma cor tão pura e intensa que levanta o espírito só de ser observada, mas que aliada à harmonia da forma nos recorda que a vida é muito mais do que mera (sobre)vivência. É muito útil quando sentimos que os nossos “pés de barro” nos afundam no mundo material. Este elixir dá confiança e segurança nas nossas habilidades inatas para ser criativos e felizes, sem tensão relativamente ao futuro, devolvendo-nos deste modo vivacidade.

Iris na mitologia grega é a mensageira de asas douradas dos deuses, fazendo a ponte entre estes e os humanos através do arco-íris no qual viaja. Tem sido um símbolo de eloquência e a própria flor parece estar a falar: as suas pétalas inferiores descem em direcção ao chão como que mostrando uma boca aberta mas constituindo na verdade a plataforma perfeita para os insectos polinizadores aterrarem. 


Este elixir ajuda a trazer inspiração quando tudo parece “aborrecido”, dando a habilidade de VER a beleza em tudo o que nos envolve e a expressá-la de modo a que outros a possam também ver mais claramente. Por alguma razão foi, em anatomia, dado o nome de “Iris” à porção colorida do olho que responde à intensidade da luz. A Iris promove em nós a vontade de explorar novas áreas e habilidades sem medos nem reticências, avançando com fé, sabedoria e valor- que se dizia que as suas três pétalas representam, daí ter sido muito utilizada na heráldica. Ajuda-nos portanto a assumir o nosso ilimitado potencial partilhando a nossa capacidade criativa com o mundo, desenvolvendo esses impulsos e potenciais.
A nossa filha, quando tinha  4 anos, ao tomar o elixir, revelou no mesmo dia uma mudança que foi para mim muito clara: deixou de dizer “não” por simples vontade de contradizer e até nos mais pequenos gestos parecia expressar-se criativamente. A sua capacidade de cooperação demarcou-se tanto que me fez meditar no facto de, muitas vezes, um “não” ser apenas uma fuga, um modo de evitarmos encontrar soluções criativas para as questões da vida.
Este elixir possui a força de Júpiter e Vénus e foi sintonizado com o sol em carneiro.

Afirmação: “Abro-me a novos projectos criativos e a outras artes a ser reveladas”

©Sofia Ferreira

December 06, 2017

Elixir Vibracional de Aveleira (Corylus Avellana) - Sabedoria

Uma única gota de orvalho...


Wakening from the dreaming forest there, the hazel-sprig
sang under my tongue, its drifting fragrance
climbed up through my conscious mind
as if suddenly the roots I had left behind
cried out to me, the land I had lost with my childhood -
and I stopped, wounded by the wandering scent.
Pablo Neruda



Esta árvore está cheia de magia e as lendas contam que apenas herbalistas e magos se aventuravam através dos bosques húmidos das aveleiras pois estavam povoados de fadas, duendes e outros espíritos da Natureza. Era tão respeitada pelos celtas que os druidas andavam com bastões de avelaneira para os usarem como “paus falantes”, e os poetas os utilizavam como suportes de encantação e inspiração. Uma lenda irlandesa conta como 9 avelaneiras cresciam em redor de uma fonte onde nadavam salmões -animal que regressa regularmente ao local dos seus ancestrais-, que comiam dos seus frutos e se tornaram por isso o animal mais sábio.


A madeira de aveleira possui grandes propriedades electromagnéticas e essa capacidade condutora é ainda hoje aproveitada pela radiestesia na pesquisa de veios de água e de outros tesouros. Dizia-se que permitia encontrar o que estava escondido, especialmente a sabedoria da ciência sagrada – de que os celtas diziam ser a avelã o receptáculo-, tornando os homens omniscientes. Num ano de excepcional abundância em avelãs como o de 2017, parece que elas nos querem relembrar da necessidade de ganharmos sabedoria enquanto espécie humana, até porque é do conhecimento geral que comer avelãs potencia a função cerebral!


Este elixir foi sintonizado na Galiza durante a Lua cheia em gémeos de Dezembro 2017, logo após a meditação alquímica de Saturno- primeiro sábado de Dezembro-, e dias depois da minha filha de 4 anos me olhar nos olhos e dizer muito séria “Sabes mãe…eu fui beijada pelas fadas aqui neste local!”. No dia exactamente anterior, ao caminharmos as duas pelo bosque de castanheiros, fomos presenteadas com duas corças imóveis observando-nos, animais que na mitologia celta são as guardiãs do limiar do mundo das fadas.



Conectando com uma folha num bosque de aveleiras!






Quando subi à encosta onde as aveleiras ladeavam um riacho, o mesmo cuja água foi utilizada para sintonizar o elixir de Bétula anos antes, o sol ainda projectava os últimos raios. Estes eram filtrados pelas folhas de um outono tardio que resistiam nos ramos e criavam uma atmosfera quente comparando com o resto do vale abaixo, já entregue ao anoitecer. Mas foi quando o véu nocturno também desceu naquela parte do bosque que a sintonização se iniciou. Nessa altura vi claramente como a energia das aveleiras descia das partes aéreas para as raízes, onde eu colocara o cristal. 


Fui-me deixando embalar pelo som da água que os gaios interrompiam constantemente e tive uma imagem mental muito clara de um destes pássaros segurando uma bolota no seu bico. Os Gaios pertencem à família dos corvídeos, que são ostensivamente dos pássaros mais inteligentes e com maior capacidade de resolução de problemas. Simbolizam a reunião de informação através do trabalho espiritual, de trazer a luz para a mente, e são também associados com a sabedoria ancestral. A sua presença revelava-se particularmente importante naquele momento apesar de ter sempre sentido uma misteriosa ligação com eles.


flores masculinas e últimos raios de sol

As aveleiras começaram então a falar-me em coro numa voz colectiva muito feminina, sedutora e leve que me envolveu com um canto no qual eu vi danças de hamadríades. Disseram que era necessário que eu abandonasse a consciência comum e procurei concentrar-me num estado de não-mente. A certa altura a energia transformou-se, ficando mais densa, e senti que estas árvores se tornavam mais “entroncadas” energeticamente enquanto uma rede eléctrica radicular alastrou pelo chão e se dirigiu para a água da sintonização.

A pedido das aveleiras, deixei o cristal também durante a noite para terminar a sintonização. Antes de me despedir elas referiram-se à tristeza, provocada por um ano de seca profunda e desrespeito pelo mundo natural, que tomava conta de mim:
 
 “Estamos na terra há muito mais tempo que os seres humanos e somos quem cria as condições para a vossa existência. Quando desaparecermos, o mesmo já terá sucedido convosco muito antes de nós!”.





O Elixir Vibracional que resultou ajuda-nos a orientar a nossa energia vital na direcção de uma mais ampla harmonia entre luz e trevas, entre leveza e densidade, sem divisão da alma. Como disse Fred Hageneder: “Se nos conectarmos com a nossa criança interior que ri, dança e sabe reconhecer a magia da vida, estaremos também em sintonia com a mais antiga sabedoria do mundo”  (The Spirit of Trees). De facto, em espagíria considera-se que a Aveleira sintetiza a união harmoniosa das potências da luz com as entidades ctónicas, subterrâneas: a imagem da Mãe terrestre com a criança celeste repousa bem abrigada sob aveleiras rodeadas do frio invernal. 

Este elixir promove a compreensão intelectual, a faculdade de análise e a reflexão filosófica que nos ajuda a pensar através do nosso próprio cérebro sobre o significado da vida e de tudo o que existe. Esta é a verdadeira árvore de Sophia que ajuda a encontrar e desenvolver a nossa sabedoria interna e a encontrar as nossas próprias respostas- creative thinking que tanta falta faz nas escolas! 


O Elixir Vibracional de Aveleira encoraja-nos portanto a procurar informação e inspiração em tudo o que existe e enfatiza o valor da mente inquisidora e das aprendizagens de todos os tipos, sempre mantendo uma mente aberta para podemos manter a conexão com a fonte divina de todas as coisas. A falta de retorno a si, aceitando “colocar um joelho no solo” com humildade, poderia ser um senão do excesso mental mas o Elixir Vibracional de Aveleira evita-o, criando paciência e constância no desenvolvimento da experiencia mística:


“Ele tornou-se semelhante à aveleira,
 que logo floresce nos meses sombrios e deixa 
que esperem durante muito tempo os seus frutos desejados” 
(Hadewijch D’Anvers).



Qualidades: rapidez de raciocínio, relaxamento meditativo que permite dar largas à intuição e protege contra o excesso cerebral, habilidade para receber e comunicar sabedoria, crescimento intelectual, Arte da Cura
Chackras: Raiz, Laríngeo e Frontal
Planetas: Saturno, Mercúrio e Lua
Elementos: Terra, Ar e Água
Numerologia:  9





©Sofia Ferreira

December 02, 2017

Elixir Vibracional de Jaguar- Empowerment



Drifting in and out of shadows like a vaporous mist of focused intensity, your emerald eyes penetrating the darkness of the tangled jungle of the human mind. Vigilant observer for He who came from the stars, do you still prowl the dusty corridors of our fears? Remind us that the greatest victory comes from rising above the chains of our hate and greed, to stand free in love. And in that moment, your graceful form by our side, we may know the joy of the reunion, the changing of the tide, when the Ancestors return from the stars . . .
“Oração ao Jaguar” (autor desconhecido)




Na América Central e do Sul o jaguar é o grande representante felino e, como todos os gatos, mostra-nos a sua agilidade cautelosa e a sua capacidade de rápida transformação. Esta última está bem marcada no recolher e exibir das garras, na mudança de indolência para ferocidade, na dilatação das pupilas e na visão binocular que confere a todos os gatos uma grande habilidade de julgar distâncias com uma percepção extremamente apurada; penetrando (a outros níveis), a escuridão cósmica com esses olhos “que tudo vêm”.

Em várias culturas desta zona de florestas (ainda) profundas, o jaguar foi associado à realeza, ao domínio da lua e do sol, ao equilíbrio da esquerda com a direita e às forças dos xamãs. Eram-lhe atribuídos poderes sobrenaturais devido à sua indiscutível força e poder, que residia em parte na habilidade de se manter oculto e em caminhar tranquilamente entre o mundo superior e o inferior, estando tão confortável na água como nas árvores, no dia como na noite.


 Há milénios que xamãs de diferentes culturas praticam a transformação em animais – teriantropia a que no México se chama de “Nagualismo”-, e esta imagem olmeca, uma das muitas imagens de híbridos na arte mesoamericana, parece representar um xamã em pleno processo entre o felino e o humano.



Uma foto de 2007 com Cristian, um menino da aldeia maia onde vivi, 
e que mostra incríveis semelhanças com a escultura pré-colombiana acima.


Na mitologia maia, conta-se que foi Deus Céu quem trouxe aos homens o princípio universal da Integridade e os instruiu para se conduzirem nas suas vidas por um código de conduta que seguisse os princípios da impecabilidade; devendo entreajudar-se e viver em harmonia com o planeta e todas as suas formas de vida. Disse-lhes também que um dia regressaria das estrelas mas que deixaria com eles o seu espírito animal, o jaguar, para os vigiar e o informar da sua conduta. 

Com o tempo, aqueles que haviam deturpado os ensinamentos que lhes haviam sido concedidos e cujos corações se haviam enegrecido, devido à vontade de poder e à falta de reverência pela vida, começaram a ser perseguidos em sonhos pelo nagual do deus. Este repunha a justiça ao devorar as condutas inaceitáveis, os abusos de poder e de autoridade que ainda hoje -na política, na justiça, na economia, na educação como na medicina-, são tão actuais.



No auge dos cultos lunares em terras maias, o jaguar representa também a deusa lua-terra, Ixchel, da fertilidade e da medicina -venerada por parteiras e curandeiras. Neste desenho que realizei a partir de uma pintura mural, ele surge transportando búzios e nenúfares, reflectindo a sua relação com a água mas também com a bebida sagrada dos deuses maias, o Balché
 (ver informação do Elixir de Nenúfar)


Na zona maia mexicana onde vivi, o meu professor de cerâmica contava que por vezes os jaguares eram vistos de madrugada a rondar as casas da aldeia, não sendo inusual animais domésticos serem atacados, tal como sucedeu com as galinhas de uma amiga e o cão de outra, “perdidos para um balam”- seu nome maia. Eu mesma cheguei a escutá-los uma certa noite no meio da vasta selva subtropical do Caribe. No entanto, a minha relação com os jaguares ultrapassa a de possíveis contactos exteriores, sendo que foi em momentos cruciais que, por mais de uma vez, senti que tinha um espírito de um jaguar a acompanhar-me- uma presença muito clara e real que mostrava o meu próprio estado interno-, chegando outras vezes a sentir que era o próprio animal, observando através dos seus olhos e movendo-me através dos seus músculos. 
A selva subtropical que observo a partir da pirâmide Nohoch Mul em Cobá, 
bem próximo da aldeia do meu mestre ceramista, sentada num Chac Mool(2008)


Em 2007, depois de um dos retornos do México, encontro-me salpicada das marcas típicas do Sarampo, doença para a qual tinha sido vacinada e que ainda assim o meu organismo aceitou deixar entrar por várias razoes bem conscientes. Nessa viagem alguém me tinha dito num tom sério: “cuidado para não apanhares uma doença de jaguar”. Não entendi o que quisera dizer na altura, mas quando já estava de “quarentena”, tive tempo para pensar no que significaria, agora que possuía as “manchas solares” daquele felino na minha própria pele. Senti sobretudo que se tratava de uma iniciação de crescimento: um organismo que tinha passado (embora tardiamente), pelos “ataques” habituais que as crianças passam naturalmente, criando finalmente a sua própria imunidade e ficando deste modo preparada para a idade adulta.


A propósito do “surto” de Sarampo que, no início do ano que agora termina, teve lugar em Portugal… algo que me fez não só PENSAR mas também PESQUISAR para, enquanto mãe, cidadã e ser humano curioso, poder assentar as minhas convicções em factos sólidos e não apenas em informação veiculada pelos meios de comunicação ou por grupos específicos – que se revelou ser manipulada. O poder pessoal que o jaguar representa é também revelado na capacidade de sermos responsáveis pela defesa do nosso ser a todos os níveis, inclusive fisicamente, fazendo escolhas assertivas e conscientes. Continuemos a delegar essa responsabilidade à medicina, tal como hoje ela é praticada, e caminharemos para um total desempoderamento. A responsabilidade pelas nossas acções, escolhas e decisões, compete a cada um de nós pessoalmente e não deveria estar subjugada a nenhuma autoridade quando os factos mostram que essa mesma autoridade não procura o bem comum. É nestas alturas que me pergunto ainda mais, se finalmente chegou o momento para resgatarmos o nosso poder pessoal…?


E, para concluir estes pensamentos, foi assim que, num domingo (dia de sol), em lua nova, após uma oferenda de cacau na nossa roda da medicina, tendo presente uma garra de jaguar que me havia sido oferecida no México, comecei por tocar o tambor para invocar este animal… e imediatamente vi os seus passos na minha frente. O elixir vibracional que resultou partilha o lado mercuriano do Tomilho (ver a informação deste), ajuda-nos a utilizar o poder judiciosamente, a caminhar com rectidão, a viver com integridade o nosso potencial humano e, em momentos de caos e de crise que parecem insuperáveis -os grandes renovadores do espírito-, este elixir ajuda a adaptarmo-nos às mudanças e a renovar continuamente as condições e a realidade da nossa existência. Porque, como disse Carlos Castaneda:
“To achieve the mood of a warrior is not a simple matter: it is a revolution!" 

A nível físico, com este elixir eu mesma experimentei maior alerta e os sentidos físicos potenciados.



When the earth is ravaged and the animals are dying, a new tribe of people shall come unto the earth from many colours, classes, creeds and who by their actions and deeds shall make the earth green again. They will be known as the "WARRIORS OF THE RAINBOW
Profecia "Nican Tlaca" 




Testemunho:
“Assim que tomei o elixir senti uma pressão no frontal e ao mesmo tempo os pés bem enraizados, algo que se manteve sempre que o tomava. Inicialmente realizou uma limpeza que passou por todos os níveis do meu ser, colocando a nu as minhas fragilidades e conduzindo a perdão, aceitação e libertação. Nasceu uma maior consciência do meu corpo, com uma maior robustez física, deixei de ter dores de cabeça, senti uma vontade de me focar mais em mim, fiquei menos stressado, comecei a fazer exercício e até o tabaco começou a saber-me mal! A qualidade do sono aumentou enormemente (dormia 4h e passei a dormir 8h!),  os meus sonhos começaram a ser lúcidos, senti uma maior auto-aceitação, passei a estar mais presente no Aqui e no Agora. Foi como uma névoa que se dissipou e me tornou “à prova de bala”, mais optimista, com maior facilidade de sair da minha zona de conforto, menos mental e mais livre.” (Hélio-Terapeuta)



©Sofia Ferreira

November 23, 2017

Elixir Vibracional de Amanita Muscaria- Limpeza da Percepção


Num dos Outonos mais secos sentidos na Península Ibérica regressamos à aldeia da Galiza onde já passámos outras temporadas e onde vários elixires nasceram. O ribeiro, apesar de reduzido a metade, mantem-se serpenteando entre o manto de folhas que ainda caiem neste avançado Novembro. Reencontro as Bétulas e os Castanheiros que mais parecem casas e, num recanto do vale que praticamente não recebe sol directo, foi nas raízes destas árvores que agora encontro os meus primeiros Amanita Muscaria, com as suas pequenas verrugas de cor branca- remanescentes do que em micologia se chama de “véu universal”, a membrana que envolve todo o fungo quando é jovem.
Só quando voltei a casa me dei conta da necessidade de realizar um elixir sem demora. No dia seguinte, às primeiras horas frias de uma manhã de lua nova, a sintonização foi realizada utilizando água que havia trazido de Chalice Well (Glastonbury). Os pássaros revoluteavam nos ramos acima de mim, surpresos com a minha presença tão cedo, enquanto eu me aquecia num guardião de quatro patas que me havia seguido silenciosamente, aguardando o que ia suceder.

Vejo então uma espécie de vapor indefinido, ectoplasmático, a libertar-se, primeiro esbranquiçado e depois verde translúcido, que começou a dirigir-se para a água que eu colocara. Transformou-se então numa cúpula que abarcou todos os amanita e, nos limites que tocavam o chão, muitos pequenos seres verde claro pareciam segurar a cúpula virados para o centro, e por isso de costas para mim. Foi só quando um deles sai do círculo e, crescendo até dois palmos de altura, se aproxima de mim, que pude observá-lo mais claramente. Possuía a clássica cara e corpo alongados e verdes, orelhas compridas e olhos amendoados escuros, que tanto podia descrever uma criatura de outro planeta como um duende ou um goblin.

Revelou-se muito alegre e amistoso, surpreendendo-me com tanta familiaridade, ao que, sem que eu formulasse a pergunta sequer, ele respondeu: ”tu já pertences a este lugar”. Salientou logo a necessidade de não esquecer que o elixir a ser sintonizado “não seria para todos”, sendo necessária uma consulta prévia à sua utilização, pois “os véus que retira mostram o lado sombra e processos mentais muito profundos e primordiais”. Diz isto enquanto levanta uma ponta da imagem que vejo do cogumelo, como se fosse uma cortina, para revelar imagens oníricas em fundo negro onde ainda consegui distinguir uma cobra enrolada numa mão. Quando lhe perguntei, já em tom de despedida, se podia levar aquele amanita para secar ele disse um (quase sonoro), “Não!” e acrescentou ironicamente “Não confias no trabalho que fazes?!”. A conversa ficou por ali…





Todos já escutámos as experiências de dimensões cósmicas do Ser total que ocorrem com a utilização deste cogumelo. Houve quem o associasse ao Soma, a bebida sagrada citada nos hinos dos mais antigos textos religiosos (os vedas), sabendo-se que esta espécie de amanita existia e era consumido pelos xamãs da região. Um dos seus nomes comuns- “Matamoscas”, provém do facto de paralisar temporariamente os insectos que dele se aproximam, mas eventualmente também da crença medieval de que as moscas podiam entrar na cabeça de uma pessoa e causar algum tipo de doença mental. Uma história que inclui este amanita é “As aventuras de Asterix e Obelix”, cheias de herança celta, em que o druida, entre outras coisas, usava agárico na sua poção mágica dadora de força. Um dos efeitos psicoactivos que pode provocar quando ingerido, além de energizar, é o sentimento de estar crescendo, tendo sido registadas distorções de tamanho na percepção de objectos durante a intoxicação pelo fungo. Acredita-se que essa observação foi a base para os efeitos descritos na popular história de Alice no País das Maravilhas.


Eu mesma não cheguei a experimentar estes efeitos, mas quando ao terceiro dia de regressar ao local, e já os encontrando pisados por animais e (parecendo até), mordidos, não resisto a tirar uma foto com um na mão e a cheirá-lo de perto, fiquei (minutos depois), ligeiramente nauseada, tonta e com alguma taquicardia… devia ter aproveitado para meditar e ver que mais informações surgiam, mas estava tão empenhada noutras coisas que nem dei atenção ao facto!

A nível vibracional este elixir possui as mesmas características gerais dos cogumelos –ler a informação do “Elixir Vibracional de Cogumelo (Mycena)”-, de purificar a percepção, fortificar a intuição e ajudar a aceder a outras dimensões, sempre em conexão com a realidade, mas com a especificidade de limpar também a informação tóxica de drogas psicotrópicas e dos seus efeitos negativos. A sua força também provém da Lua.

Afirmação: “Purifico o meu corpo, espírito e alma de todas as influências que obscurecem a minha percepção e estou inundad@ de luz e energia”

Palavras-Chave: purificar a percepção

Centros Energéticos: Frontal

Força Planetária:Lua Nova

Local de Sintonização: Galiza (Espanha)

Método: Geode de Calcedónia (a sintonização foi realizada utilizando água que havia trazido de Chalice Well, Glastonbury).



Nota: Este elixir só deve ser utilizado quando a pessoa está mental e fisicamente estável.


©Sofia Ferreira